Pelotão de Caçadores Nativos (60)
Atotinha Ingoré Ano de 68
| General spínola | 20-12-68 |
| Visita ao Destacamento da Atotinha | 1º Cabo Caçador "DFA" |
| Ex - Alf Mil Almeida | General Spínola |
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| General spínola | 20-12-68 |
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| Ex - Alf Mil Almeida | General Spínola |
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Aniversário da Companhia de Caçadores 1801 ingoré.
Outubro de (68)
67/69:
A Feira inclui no seu programa animação musical, teatro, espetáculos equestres e palestras, estando presentes stands de artesanato e
tasquinhas.
A edição deste ano recria o final da coexistência entre cristãos, judeus e muçulmanos em Portugal e a repressão da Inquisição.
A convivência entre as três religiões acabou em 1496, com D. Manuel I, que forçou uma parte dos judeus a converterem-se ao Cristianismo (“cristãos-novos”) e
expulsou do reino os restantes, bem como a minoria muçulmana.
O rótulo de “cristão-novo” esteve na base de perseguições da Inquisição aos sefarditas, os judeus ibéricos. Era gente de iniciativa e endinheirada, alvo do
Tribunal do Santo ofício, cujo estabelecimento se tornou definitivo em 1536.
O primeiro preso notável de Serpa foi queimado na fogueira pela Inquisição em 1561. Nos finais do século intensificou-se a repressão: numa terra com cerca de
700 fogos mais de 200 moradores caíram nas malhas da Inquisição.
Dois serpenses vagamente “cristãos-novos”, Frei António de Abrunhosa e seu irmão Gastão de Abrunhosa, destacaram-se na luta contra os processos atrozes
ordenados pelo Santo Ofício.
É este ambiente, primeiro de coexistência cristã-judaico-muçulmana e depois, de repressão inquisitorial, na Serpa quinhentista, que a Feira recria.
Programa:
| CÂMARA MUNICIPAL DE SERPA | Praça da República, 7830-389 SERPA |
| Tel.: ....284 540 100 | Fax: 284 544 721 |
| geral@cm-serpa.pt |
Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.
Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.
Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.
1º Cabo Caçador
Manuel Seleiro
"DFA"
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DIA DOS COMANDOS CONCURSO INTERNACIONAL DE RADIOAMADORISM0
“COMANDOS 2014”
CR5CMD
OPERA em HF – SSB- PSK31- RTTY e CW – nos 20 e 40 M
As Delegações da Associação de Comandos devem procurar a colaboração dos radioamadores da sua área.
Às Associações de Radioamadores e Radioamadores em geral, solicitamos a melhor participação no concurso.
Regulamento»»
Manuel Seleiro
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(s)
São Leonardo da Galafura
À proa dum navio de penedos,
A navegar num doce mar de mosto,
Capitão no seu posto De comando,
S. Leonardo vai sulcando As ondas Da eternidade,
Sem pressa de chegar ao seu destino.
Ancorado e feliz no cais humano,
É num antecipado desengano Que ruma em direcção ao cais divino.
Lá não terá socalcos
Nem vinhedos
Na menina dos olhos deslumbrados;
Doiros desaguados
Serão charcos de luz
Envelhecida;
Rasos, todos os montes
Deixarão prolongar os horizontes
Até onde se extinga a cor da vida.
Por isso, é devagar que se aproxima
Da bem-aventurança.
É lentamente que o rabelo avança
Debaixo dos seus pés de marinheiro.
E cada hora a mais que gasta no caminho
É um sorvo a mais de cheiro
A terra e a rosmaninho!
Miguel Torga
1º Cabo Caçador
Manuel Seleiro
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Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra.
Onde entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo se debruçava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.
Era uma vez um país
onde o pão era contado
onde quem tinha a raiz
tinha o fruto arrecadado
onde quem tinha o dinheiro
tinha o operário algemado
onde suava o ceifeiro
que dormia com o gado
onde tossia o mineiro
em Aljustrel ajustado
onde morria primeiro
quem nascia desgraçado.
Era uma vez um país
de tal maneira explorado
pelos consórcios fabris
pelo mando acumulado
pelas ideias nazis
pelo dinheiro estragado
pelo dobrar da cerviz
pelo trabalho amarrado
que até hoje já se diz
que nos tempos do passado
se chamava esse país
Portugal suicidado.
Ali nas vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
vivia um povo tão pobre
que partia para a guerra
para encher quem estava podre
de comer a sua terra.
Um povo que era levado
para Angola nos porões
um povo que era tratado
como a arma dos patrões
um povo que era obrigado
a matar por suas mãos
sem saber que um bom soldado
nunca fere os seus irmãos.
Ora passou-se porém
que dentro de um povo escravo
alguém que lhe queria bem
um dia plantou um cravo.
Era a semente da esperança
feita de força e vontade
era ainda uma criança
mas já era a liberdade.
Era já uma promessa
era a força da razão
do coração à cabeça
da cabeça ao coração.
Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.
Esses que tinham lutado
a defender um irmão
esses que tinham passado
o horror da solidão
esses que tinham jurado
sobre uma côdea de pão
ver o povo libertado
do terror da opressão.
Não tinham armas é certo
mas tinham toda a razão
quando um homem morre perto
tem de haver distanciação
uma pistola guardada
nas dobras da sua opção
uma bala disparada
contra a sua própria mão
e uma força perseguida
que na escolha do mais forte
faz com que a força da vida
seja maior do que a morte.
Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.
Posta a semente do cravo
começou a floração
do capitão ao soldado
do soldado ao capitão.
Foi então que o povo armado
percebeu qual a razão
porque o povo despojado
lhe punha as armas na mão.
Pois também ele humilhado
em sua própria grandeza
era soldado forçado
contra a pátria portuguesa.
Era preso e exilado
e no seu próprio país
muitas vezes estrangulado
pelos generais senis.
Capitão que não comanda
não pode ficar calado
é o povo que lhe manda
ser capitão revoltado
é o povo que lhe diz
que não ceda e não hesite
– pode nascer um país
do ventre duma chaimite.
Porque a força bem empregue
contra a posição contrária
nunca oprime nem persegue
– é força revolucionária!
Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade.
Disse a primeira palavra
na madrugada serena
um poeta que cantava
o povo é quem mais ordena.
E então por vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
desceram homens sem medo
marujos soldados «páras»
que não queriam o degredo
dum povo que se separa.
E chegaram à cidade
onde os monstros se acoitavam
era a hora da verdade
para as hienas que mandavam
a hora da claridade
para os sóis que despontavam
e a hora da vontade
para os homens que lutavam.
Em idas vindas esperas
encontros esquinas e praças
não se pouparam as feras
arrancaram-se as mordaças
e o povo saiu à rua
com sete pedras na mão
e uma pedra de lua
no lugar do coração.
Dizia soldado amigo
meu camarada e irmão
este povo está contigo
nascemos do mesmo chão
trazemos a mesma chama
temos a mesma ração
dormimos na mesma cama
comendo do mesmo pão.
Camarada e meu amigo
soldadinho ou capitão
este povo está contigo
a malta dá-te razão.
Foi esta força sem tiros
de antes quebrar que torcer
esta ausência de suspiros
esta fúria de viver
este mar de vozes livres
sempre a crescer a crescer
que das espingardas fez livros
para aprendermos a ler
que dos canhões fez enxadas
para lavrarmos a terra
e das balas disparadas
apenas o fim da guerra.
Foi esta força viril
de antes quebrar que torcer
que em vinte e cinco de Abril
fez Portugal renascer.
E em Lisboa capital
dos novos mestres de Aviz
o povo de Portugal
deu o poder a quem quis.
Mesmo que tenha passado
às vezes por mãos estranhas
o poder que ali foi dado
saiu das nossas entranhas.
Saiu das vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
onde um povo se curvava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.
E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe.
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu.
Essas portas que em Caxias
se escancararam de vez
essas janelas vazias
que se encheram outra vez
e essas celas tão frias
tão cheias de sordidez
que espreitavam como espias
todo o povo português.
Agora que já floriu
a esperança na nossa terra
as portas que Abril abriu
nunca mais ninguém as cerra.
Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.
Quando o povo desfilou
nas ruas em procissão
de novo se processou
a própria revolução.
Mas eram olhos as balas
abraços punhais e lanças
enamoradas as alas
dos soldados e crianças.
E o grito que foi ouvido
tantas vezes repetido
dizia que o povo unido
jamais seria vencido.
Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.
E então operários mineiros
pescadores e ganhões
marçanos e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
souberam que o seu dinheiro
era presa dos patrões.
A seu lado também estavam
jornalistas que escreviam
actores que se desdobravam
cientistas que aprendiam
poetas que estrebuchavam
cantores que não se vendiam
mas enquanto estes lutavam
é certo que não sentiam
a fome com que apertavam
os cintos dos que os ouviam.
Porém cantar é ternura
escrever constrói liberdade
e não há coisa mais pura
do que dizer a verdade.
E uns e outros irmanados
na mesma luta de ideais
ambos sectores explorados
ficaram partes iguais.
Entanto não descansavam
entre pragas e perjúrios
agulhas que se espetavam
silêncios boatos murmúrios
risinhos que se calavam
palácios contra tugúrios
fortunas que levantavam
promessas de maus augúrios
os que em vida se enterravam
por serem falsos e espúrios
maiorais da minoria
que diziam silenciosa
e que em silêncio fazia
a coisa mais horrorosa:
minar como um sinapismo
e com ordenados régios
o alvor do socialismo
e o fim dos privilégios.
Foi então se bem vos lembro
que sucedeu a vindima
quando pisámos Setembro
a verdade veio acima.
E foi um mosto tão forte
que sabia tanto a Abril
que nem o medo da morte
nos fez voltar ao redil.
Ali ficámos de pé
juntos soldados e povo
para mostrarmos como é
que se faz um país novo.
Ali dissemos não passa!
E a reacção não passou.
Quem já viveu a desgraça
odeia a quem desgraçou.
Foi a força do Outono
mais forte que a Primavera
que trouxe os homens sem dono
de que o povo estava à espera.
Foi a força dos mineiros
pescadores e ganhões
operários e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
que deu o poder cimeiro
a quem não queria patrões.
Desde esse dia em que todos
nós repartimos o pão
é que acabaram os bodos
— cumpriu-se a revolução.
Porém em quintas vivendas
palácios e palacetes
os generais com prebendas
caciques e cacetetes
os que montavam cavalos
para caçarem veados
os que davam dois estalos
na cara dos empregados
os que tinham bons amigos
no consórcio dos sabões
e coçavam os umbigos
como quem coça os galões
os generais subalternos
que aceitavam os patrões
os generais inimigos
os generais garanhões
teciam teias de aranha
e eram mais camaleões
que a lombriga que se amanha
com os próprios cagalhões.
Com generais desta apanha
já não há revoluções.
Por isso o onze de Março
foi um baile de Tartufos
uma alternância de terços
entre ricaços e bufos.
E tivemos de pagar
com o sangue de um soldado
o preço de já não estar
Portugal suicidado.
Fugiram como cobardes
e para terras de Espanha
os que faziam alardes
dos combates em campanha.
E aqui ficaram de pé
capitães de pedra e cal
os homens que na Guiné
aprenderam Portugal.
Os tais homens que sentiram
que um animal racional
opõe àqueles que o firam
consciência nacional.
Os tais homens que souberam
fazer a revolução
porque na guerra entenderam
o que era a libertação.
Os que viram claramente
e com os cinco sentidos
morrer tanta tanta gente
que todos ficaram vivos.
Os tais homens feitos de aço
temperado com a tristeza
que envolveram num abraço
toda a história portuguesa.
Essa história tão bonita
e depois tão maltratada
por quem herdou a desdita
da história colonizada.
Dai ao povo o que é do povo
pois o mar não tem patrões.
– Não havia estado novo
nos poemas de Camões!
Havia sim a lonjura
e uma vela desfraldada
para levar a ternura
à distância imaginada.
Foi este lado da história
que os capitães descobriram
que ficará na memória
das naus que de Abril partiram
das naves que transportaram
o nosso abraço profundo
aos povos que agora deram
novos países ao mundo.
Por saberem como é
ficaram de pedra e cal
capitães que na Guiné
descobriram Portugal.
E em sua pátria fizeram
o que deviam fazer:
ao seu povo devolveram
o que o povo tinha a haver:
Bancos seguros petróleos
que ficarão a render
ao invés dos monopólios
para o trabalho crescer.
Guindastes portos navios
e outras coisas para erguer
antenas centrais e fios
dum país que vai nascer.
Mesmo que seja com frio
é preciso é aquecer
pensar que somos um rio
que vai dar onde quiser
pensar que somos um mar
que nunca mais tem fronteiras
e havemos de navegar
de muitíssimas maneiras.
No Minho com pés de linho
no Alentejo com pão
no Ribatejo com vinho
na Beira com requeijão
e trocando agora as voltas
ao vira da produção
no Alentejo bolotas
no Algarve maçapão
vindimas no Alto Douro
tomates em Azeitão
azeite da cor do ouro
que é verde ao pé do Fundão
e fica amarelo puro
nos campos do Baleizão.
Quando a terra for do povo
o povo deita-lhe a mão!
É isto a reforma agrária
em sua própria expressão:
a maneira mais primária
de que nós temos um quinhão
da semente proletária
da nossa revolução.
Quem a fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.
De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
um menino que sorriu
uma porta que se abrisse
um fruto que se expandiu
um pão que se repartisse
um capitão que seguiu
o que a história lhe predisse
e entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo que levantava
sobre um rio de pobreza
a bandeira em que ondulava
a sua própria grandeza!
De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
e só nos faltava agora
que este Abril não se cumprisse.
Só nos faltava que os cães
viessem ferrar o dente
na carne dos capitães
que se arriscaram na frente.
Na frente de todos nós
povo soberano e total
que ao mesmo tempo é a voz
e o braço de Portugal.
Ouvi banqueiros fascistas
agiotas do lazer
latifundiários machistas
balofos verbos de encher
e outras coisas em istas
que não cabe dizer aqui
que aos capitães progressistas
o povo deu o poder!
E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe!
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu!
Ary dos Santos
Lisboa, Julho-Agosto de 1975

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1º Cabo Caçador
Manuel Seleiro
"DFA"
Guiné 10 de Março de (1970)
Comandava o Pelotão o Alféres Hugo Guerra e Furriel Rocha.
Este trilho ficava a 5 K m de S.Domingos, na picada para Suzana. Pelotão de Caçadores Nativos (60) S. Domingos /Ingoré /Susana (68/74)
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S.Domingos : (68/74) S. Domingos / Ingoré /Suzana
Almoço de Ano Novo, com camaradas da C. cav. 2539.
E elementos do Pel Caç Nat (60)
Dia 1 de Janeiro, de (1970).
O Pelotão de Caçadores Nativos (60) 68/74 deseja, a todos os camaradas e amigos e visitantes, Do Blogue - Pel Caç Nat (60.)
VOTOS DE UM SANTO NATAL.
1º Cabo Manuel Seleiro
"CAÇADOR"
"DFA"
Festas Felizes.
>Pelotão de Caçadores Nativos (60) Guiné S.Domingos.
Quarenta e quatro anos se passaram desde aquele dia 13 de Novembro, de 1969
Na estrada de S.Domingos a...
Nhambalã,
Que horas eram não sei...13h...Não talvez 14h:30... seria?
É serto que ela lá estáva com o seu poder destrutivo...
1º Cabo Caçador.
Manuel Seleiro
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Assunto:
Follow - My Site.
·Dia dia 1 de Dezembro das 10:00 as 17:00 horas (Domingo)
Poderá utilizar o restaurante do IPDJ em regime de Self-Service para almoçar, preço 6 €
O IPDJ além de outras valências também dispõem de alojamento.
38º 46´ 69´´N - 009º 05´ 89´´W
Rua Via de Moscavide N.º 47 101 - CP - 1998 - EXPO
Estamos
nas Frequências de: Echolink 430.025 Mhz Tone 74.4 - e RU 746 - 439,325 MHz Tone 74,4
Não falte a um dos maiores certames do Radioamadorismo
Esteja onde estiver…venha de onde vier.. vai ver que valeu a pena ter vindo!!!
Até ao dia 1 de Dezembro(Domingo)
Associação de Radioamadores da Vila de Moscavide
Rua António Maria Pais, n. 6 - 4D
1885-001 Moscavide
Portugal
Tel/Fax:
+ 351 219 440 198
Correio
A.R.V.M
A informação contida neste documento pode ser utilizada para consulta e difusão, desde que mencionada a sua fonte de origem.
A ARVM, Associação de Radioamadores da Vila de Moscavide, vai
de novo realizar a Exposição Feira da Rádio no próximo dia 1
Dezembro de 2013.
Estaremos de novo no IPDJ – Instituto Português do Desporto e
Juventude na Vila Expo (junto da Porta Norte da Expo98).
/feiraradio/2013
Esperamos que este evento venha a ter o sucesso dos anteriores,
contamos com a sua presença.
O horário da Exposição Feira será entre as 10:00 e as 17:00
horas.
Antecipadamente, agradecemos toda a divulgação que possa ser feita
por V/ Exas.
e encontramo-nos ao vosso inteiro dispor para qualquer
esclarecimento adicional através do nosso
>
Fax 219 440 198, ou
E-mail:
Correio
Ou pelos telefones de CT1DL - Francisco Gonçalves 919 581 566
CT1ABD - Manuel Dinis 219 443 748
+ Inf. em:
Associação de Radioamadores da Vila de Moscavide
Rua António Maria Pais, n. 6 - 4D
1885-001 Moscavide
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Um poema Persa
Viaja dentro de ti - Rumi
Pudesse a árvore vagar
E mover-se com pés e asas,
Não sofreria os golpes do machado
Nem a dor de ser cortada.
Não errasse o sol por toda a noite,
Como poderia ser o mundo iluminado
A cada nova manhã?
E se a água do mar não subisse ao céu,
Como cresceriam as plantas
Regadas pela chuva e pelos rios?
A gota que deixou seu lar, o oceano, > E a ele depois retornou,
> Encontrou a ostra à sua espera
E nela se fez pérola.
Não deixou José seu pai
Em lágrimas, pesar e desespero,
Ao partir em viagem para alcançar
O reinado e a fortuna?
Não viajou o Profeta
Para a distante Medina
Onde encontrou novo reino
E centenas de povos para governar?
Faltam-te pés para viajar?
Viaja dentro de ti mesmo,
E reflete, como a mina de rubis ,
Os raios de sol para fora de ti.
> A viagem te conduzirá a teu ser,
Transmutará teu pó em ouro puro.
Ainda que a água salgada
Faça nascer mil espécies de frutos,
Abandona todo amargor e acidez
E guia-te apenas pela doçura.
É o Sol de Tabriz que opera todos os milagres:
Toda árvore ganha beleza
> Quando tocada pelo sol.
("Poemas Místicos", de Jalad ud-Din Rumi, poeta Persa século XIII -
Editora
Attar)
Pelotão de Caçadores Nativos 60:
68/74
S. Domingos/Ingoré/Susana
1º Cabo Caçador:
"DFA"
Manuel Seleiro:
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PEDIDO DE DIVULGAÇÃO POR A "ARVM" DE MOSCAVIDE
3º CONCURSO INTERNACIONAL DE RADIOAMADORISMO
“ COMANDOS 2013 “
A Direcção Nacional da Associação de Comandos promove a realização do Concurso Internacional de Radioamorismo “COMANDOS 2013”, no DIA DOS COMANDOS, a partir da Bataria da Laje e com a participação das Delegações da Associação de Comandos espalhadas pelo País e estrangeiro, em parceria com radioamadores locais. Conforme deliberação da Direcção Nacional, realiza-se anualmente o concurso internacional aberto a todos os radioamadores nacionais e estrangeiros, de acordo com o estipulado no Regulamento de Amador de Radiocomunicações estabelecido pela ANACOM, bem como no plano de Bandas da IARU-Região 1. O Concurso Internacional de Radioamadorismo “COMANDOS 2013“ está integrado nas iniciativas previstas para o dia 29 de Junho de 2013 “DIA DOS COMANDOS”, com o indicativo especial “CR5CMD”. Registamos e agradecemos a colaboração da mesma equipa de radioamadores que tornaram possíveis os dois concursos anteriores, e os meios disponibilizados pela ARVM - Associação de Radioamadores da Vila de Moscavide / Radioamadores de Loures. ÂMBITO: Este concurso é de âmbito internacional, podendo participar qualquer estação de Amador devidamente legalizada. LOCAL E HORA:
A edição “Comandos 2013”, realizar-se-á com a estação base situada na Bataria da Laje (N38.686116 W 9.308820), no dia 29 de Junho , sábado, entre as 10H00 e as 16H00 (Hora Legal de Portugal Continental).
BANDAS E MODOS:
A estação especial CR5CMD operará em HF nos 20 e 40 METROS em SSB
CATEGORIAS: Fixa e portátil, apenas na modalidade de monoperador, excepto a estação CR5CMD que será multioperador. INTERCÂMBIO: RS (controle de sinal) seguido do número sequencial a iniciar em 001. Para as estações operadas por radioamadores com a especialidade “Comando”, enviarão RS seguido de “CMD”. Nota: Durante o contacto pode-se evitar o intercâmbio da hora, sendo obrigatório o registo no respectivo LOG em horas UTC. PONTUAÇÃO: Contactos em 20 e 40 metros: Contactos com a estação CR5CMD: contam 5 pontos; Contactos com Delegações da Associação de Comandos: contam 4 pontos; Contactos com outras estações participantes: contam 2 pontos; Contactos com outras estações que não enviem LOG nem nenhum contacto com CR5CMD: contam 1 ponto. MULTIPLICADORES: A estação especial CR5CMD - instalada na Bataria da Laje, em Oeiras (N38.686116 W 9.308820), pode ser contactada na mesma banda, uma vez em cada 30 minutos. PONTUAÇÃO FINAL: Soma dos pontos, a multiplicar pela soma do multiplicador. LOG´s: Enviar logs para: concurso.comandos@gmail.com até 1 de Setembro de 2013, com ficheiro anexo em formato Excel ASCII (TXT), ou em formato ADIF sendo o nome do ficheiro correspondente ao indicativo da estação (i.e CR5CMD.txt ou CR5CMD.adi). A confirmação de recepção dos logs será efectuada para o endereço de e-mail utilizado no envio. Deve constar: Data, Hora, Indicativo, RS enviado, Número sequencial enviado, RS recebido, Número sequencial recebido, Modo e Banda. (i.e YYYY/MM/DD 1030 CT1XXX 59 001 (CMD) 59 111 SSB 7). Será aceite o envio em suporte de papel, desde que contenha a informação supra citada. DESCLASSIFICAÇÕES: Qualquer estação participante pode ser desclassificada, caso se verifique violação do presente Regulamento ou conduta antidesportiva. DIPLOMAS E PRÉMIOS: Para ser aceite e obter “Diploma/Prémio” os participantes têm de efectuar no mínimo um contacto com a estação especial CR5CMD. PRÉMIOS A ATRIBUIR: Classificação Geral: 1º, 2º e 3º lugar Prémio especial : CMD melhor classificado ENTREGA DE PRÉMIOS: Em estreita colaboração com a ARVM- Associação de Radioamadores da Vila de Moscavide / Radioamadores de Loures, a entrega de prémios será efectuada no IPDJ - Instituto Português do Desporto e Juventude, no Parque das Nações, em Lisboa, no dia 1 de Dezembro de 2013, durante a Exposição Feira da Rádio. Os prémios e diplomas são entregues na cerimónia no IPDJ, ou serão posteriormente enviados por correio para as moradas dos premiados DISPOSIÇÕES FINAIS: Ao participar neste Concurso, o radioamador aceita incondicionalmente o presente Regulamento em toda a sua plenitude, sendo os casos omissos ou susceptíveis de interpretação diversa, objecto de resolução directa pela Organização do Concurso cujas decisões são soberanas. ESCLARECIMENTOS: Podem ser obtidos via mail para:
concurso.comandos@gmail.com
ou na página oficial da Associação de Comandos em
http//www.associacaocomandos.pt
Maio de 2013 A ORGANIZAÇÃO DO CONCURSO
...
1º Cabo Caçador
Manuel Seleiro
Pelotão de Caçadores Nativos 60 Guiné 68/74
S.Domingos/Ingoré/Susana.
Guiné-Bissau
Nome do País - Forma convencional extensa: República da Guiné-Bissau
Língua oficial: Português
Capital: Bissau
Presidente: Sua Excelência,(José Mário Vaz)
Primeiro Ministro: Sua Excelência, ...
Moeda: Franco
CFA
Fuso Horário: UTC
Hino Nacional: Esta é a Nossa Pátria Amada
Código Internet: .gw.
Localização: A Guiné Bissau, com 36.125 km2 de superfície, situa-se na Costa Ocidental de África, estendendo-se, no litoral, desde o Cabo Roxo até à ponta Cagete. Tem fronteira, a norte, com o Senegal, a este e sudeste com a República da Guiné e a sul e oeste com o Oceano Atlântico. Além do território continental, o país integra ainda cerca de 40 ilhas queconstituem o arquipélago dos Bijagós, separado do Continente pelos canais de Geba, Pedro Álvares, Bolama e Canhabaque.
Relevo, vegetação e hidrografia: A superfície continental consiste numa parte costeira semi-pantanosa e numa zona planáltica pouco elevada.
Numerosos rios, dos quais o Cachéu, o Mansôa e o Gêba são os mais importantes, percorrem o território e são as melhores vias de penetração no interior.
Clima: O clima é tropical, embora marítimo.
A temperatura média é de 20º C População: 1.080.000 habitantes em 1995.
Principais Línguas Nacionais: Balanta, Fula, Mandiga, Manjaco, Papél.
História: Antiga colónia portuguesa, a Guiné-Bissau iniciou a sua revolta armada nos anos 60, através do PAIGC - Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde.
A independência foi unilateralmente declarada em 24 de Setembro de 1973, vindo a ser reconhecida por Portugal a 10 deSetembro de 1974.


(...)
Camarada estiveste na Guiné?
Ah!
Não esquecer o pelotão das (Daimler).
Estiveste em S. Domingos /Ingoré?
Escreve para o Blogue e conta uma história que te recordes.
(I)Não somos ambiciosos!
(II)Contamos com a tua presença.
(III) Damos livre acesso aos camaradas que querem fazer seus comentários.
(IV) Não tens de escrever a quelas letrinhas tórtas.
(V) Os CEGOS não podem fazer um comentário.
(VI) Já sei tenho um link para lincar e ouvir três vozes ao mesmo tempo.
(VII) Não tens de dar nada em troca.
(VIII) Obrigado camarada.
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Manuel Seleiro
1º Cabo Caçador.
Mail:
manuelseleiro@gmail.com
Telem 930 672 960
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O Estado Português considera justo reconhecimento do direito à plena reparação de consequências sobrevindas no cumprimento do dever militar aos que foram chamados a servir em situação de perigo ou perigosidade…(DL 43/76 de 20 Janeiro)
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