quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P118: O fotógrafo estáva lá... (Nhambalan)

S.Domingos 13 11 1969



O Fotógrafo estáva lá.


Estava sim Senhor e era o Moreira.
Ex - Fur Nil Moreira, (Riba de Ave), do Pel Caç Nat 60.

Feita a correção do nome da terra do Moreira


Ano de 69 S. Domingos.
Que me contactou hoje pelo telefone, que era ele o fotógrafo no dia 13 11 69.
No dia em que a viatura onde seguia o Ex - Alf Mil Nélson Gonçalves activou uma mina anti-carro, sendo ferido com gravidade.
...
Pelotão de Caçadores Nativos 60.
...

Ex - Alf Mil Nélson Gonçalves "DFA"


Ex - 1.º Cabo Caçador Manuel Seleiro "DFA"


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domingo, 29 de janeiro de 2012

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P117: A primeira e a Última foto

Primeira foto tirada em S.Domingos, Julho de 1968 .




...

S. Domingos Março de 1970 a última foto.




1.º Cabo "CAÇADOR


Pelotão de Caçadores Nativos 60 - 68/74 .
S.Domingos/Ingoré/Susana.
(...)
.
_

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P116: Aniversário do Ex Fur Mil Bernardino Parreira.


A amizade é o bem mais comum que os Homens devem preservar.





CCAV. 3365 S.Domingos 71/73.
O nosso camarada e amigo, Bernardino Parreira está hoje de parabéns.
O pelotão de Caçadores Nativos 60 associa-se ao seu Aniversário.
Que este dia seja de felicidade, e saúde na companhia da esposa, e filha e familiares.
Amigo Bernardino um grande abraço dos camaradas de S. Domingos.

Chão que nós pisámos!


1.º Cabo Caçador.
Manuel Seleiro,
_

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P115: S. Domingos Dezembro de 69.

S.Domingos ano de 69


Então não é que acertou mesmo no telhado do Refeitório do Quartel de S. Domingos.

Tinha mesmo apontaria hem!


1.º Cabo Caçador


DFA


Pel Caç Nat 60 68/74.


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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/70 - P:114 biografias - Louis Braille

Louis Braille


Nome completoLouis Braille
Nascimento4 de Janeiro de 1809
Coupvray, Île-de-France
França
Morte6 de janeiro de 1852 (43 anos)
Paris, Île-de-France
França
Conhecido(a) porCriador do sistema de leitura para cegos Braille

Louis Braille (Coupvray, 4 de Janeiro de 1809 - Paris, 6 de Janeiro de 1852)
foi
o criador do sistema de leitura para cegos que recebeu seu nome, braille.
Biografia
Louis Braille nasceu em 4 de Janeiro de 1809 em Coupvray, na França, a cerca
de
40 quilómetros de Paris. O seu pai, Simon-René Braille, era um fabricante de
arreios e selas. Aos três anos, provavelmente ao brincar na oficina do pai,
Louis feriu-se no olho esquerdo com uma ferramenta pontiaguda, possivelmente
uma
sovela. A infecção que se seguiu ao ferimento alastrou-se ao olho direito,
provocando a cegueira total.
Na tentativa de que Louis tivesse uma vida o mais normal possível, os pais e
o
padre da paróquia, Jacques Pallury, matricularam-no na escola local. Louis
tinha
enorme facilidade em aprender o que ouvia e em determinados anos foi
seleccionado como líder da turma. Com 10 anos de idade, Louis ganhou uma
bolsa
do Institut Royal des Jeunes Aveugles de Paris (Instituto Real de Jovens
Cegos
de Paris).
O fundador do instituto, Valentin Haüy, foi um dos primeiros a criar um
programa
para ensinar os cegos a ler. As primeiras experiências de Haüy envolviam a
gravação em alto-relevo de letras grandes, em papel grosso. Embora
rudimentares,
esses esforços lançaram a base para desenvolvimentos posteriores. Apesar de
as
crianças aprenderem a ler com este sistema, não podiam escrever porque a
impressão era feita com letras costuradas no papel.
Louis aprendeu a ler as grandes letras em alto-relevo nos livros da pequena
biblioteca de Haüy. Mas também se apercebia que aquele método, além de
lento,
não era prático. Na ocasião, ele escreveu no seu diário:
"Se os meus olhos não me deixam obter informações sobre homens e eventos,
sobre ideias e doutrinas, terei de encontrar uma outra forma."
Em 1821, quando Louis Braille tinha somente 12 anos, Charles Barbier,
capitão
reformado da artilharia francesa, visitou o instituto onde apresentou um
sistema
de comunicação chamado de escrita nocturna, também conhecido por Serre e que
mais tarde veio a ser chamado de sonografia. Tratava-se de um método de
comunicação táctil que usava pontos em relevo dispostos num rectângulo com
seis
pontos de altura por dois de largura e que tinha aplicações práticas no
campo de
batalha, quando era necessário ler mensagens sem usar a luz que poderia
revelar
posições. Assim, era possível trocar ordens e informações de forma
silenciosa.
Usava-se uma sovela para marcar pontinhos em relevo em papelão, que então
podiam
ser sentidos no escuro pelos soldados. A escrita nocturna baseava-se numa
tabela
de trinta e seis quadrados, cada quadrado representando um som básico da
linguagem humana. Duas fileiras com até seis pontos cada uma eram gravadas
em
relevo no papel. O número de pontos na primeira fileira indicava em que
linha
horizontal da tabela de sons vocálicos se encontrava o som desejado, e o
número
de pontos na segunda fileira designava o som correto naquela linha. Esta
ideia
de usar um código para representar palavras em forma fonética foi
introduzido no
Instituto. Louis Braille dedicou-se de forma entusiástica ao método e passou
a
efectuar algumas melhorias.
Assim, nos dois anos seguintes, Braille esforçou-se em simplificar o código.
Por
fim desenvolveu um método eficiente e elegante que se baseava numa célula de
apenas três pontos de altura por dois de largura. O sistema apresentado por
Barbier, era baseado em 12 pontos, ao passo que o sistema desenvolvido por
Braille é mais simples, com apenas 6 pontos. Braille, em seguida, melhorou o
seu
próprio sistema, incluindo a notação numérica e musical. Em 1824, com apenas
15
anos, Louis Braille terminou o seu sistema de células com seis pontos. Pouco
depois, ele mesmo começou a ensinar no instituto e, em 1829, publicou o seu
método exclusivo de comunicação que hoje tem o seu nome. Excepto algumas
pequenas melhorias, o sistema permanece basicamente o mesmo até hoje.
Apesar de tudo, levou tempo até essa inovação ser aceita. As pessoas com
visão
não entendiam quão útil o sistema inventado por Braille podia ser, e um dos
professores principais da escola chegou a proibir seu uso pelas crianças.
Felizmente, tal decisão teve efeito contrário ao desejado, encorajando as
crianças a usar o método e a aprendê-lo em segredo. Com o tempo, mesmo as
pessoas com visão acabaram por perceber os benefícios do novo sistema. No
instituto, o novo código só foi adotado oficialmente em 1854, dois anos após
a
morte de Braille, provocada pela tuberculose em 6 de Janeiro de 1852, com
apenas
43 anos.
Na França, a invenção de Louis Braille foi finalmente reconhecida pelo
Estado.
Em 1952, seu corpo foi transferido para Paris, onde repousa no Panthéon.
O código Braille

O nome "Louis Braille" em braille.Sendo um sistema realmente eficaz, por fim
tornou-se popular. Hoje, o método simples e engenhoso elaborado por Braille
torna a palavra escrita disponível a milhões de deficientes visuais, graças
aos
esforços decididos daquele rapaz há quase 200 anos.
O braille é lido da esquerda para a direita, com uma ou ambas as mãos. Cada
célula braille permite 63 combinações de pontos. Assim, podem-se designar
combinações de pontos para todas as letras e para a pontuação da maioria dos
alfabetos. Vários idiomas usam uma forma abreviada de braille, na qual
certas
células são usadas no lugar de combinações de letras ou de palavras
freqüentemente usadas. Algumas pessoas ganharam tanta prática em ler braille
que
conseguem ler até 200 palavras por minuto.
a b c d e f g h i j
As primeiras dez letras só usam os pontos das duas fileiras de cima
Os números de 1 a 9, e o zero, são representados por esses mesmos dez
sinais,
precedidos pelo sinal de número, especial.
k l m n o p q r s t
As dez letras seguintes acrescentam o ponto no canto inferior esquerdo a
cada
uma das dez primeiras letras
u v x y z
As últimas cinco letras acrescentam ambos os pontos inferiores às cinco
primeiras letras, a letra "w" é uma exceção porque foi acrescentada
posteriormente ao alfabeto francês.
As combinações restantes, ainda possíveis visto que 63 hipóteses de
combinação
dos pontos, são usadas para pontuação, contrações e abreviaturas especiais.
Estas contrações e abreviaturas às vezes tornam o braille difícil de
aprender.
Isto acontece especialmente no caso de pessoas que ficam cegas numa idade
mais
avançada, visto que a única forma de aprender braile é memorizar todos os
sinais. Por esse motivo, há vários "graus" de braille.
O braille por extenso, ou grau um, só utiliza os sinais que representam o
alfabeto e a pontuação, os números e alguns poucos sinais especiais de
composição que são especifíos do sistema. Corresponde letra por letra, à
impressão visual que é observável num texto comum. Este grau é o mais fácil
de
se aprender, visto que há menos sinais para memorizar. Por outro lado, o
braille
grau um é o mais lento para ser transcrito e lido, e o produto final,
impresso,
é mais volumoso. Visto que a maioria do braille produzido hoje é transcrito
e
produzido por voluntários, em organizações não lucrativas, o grau um é usado
raramente.
O braille grau dois é uma forma mais abreviada do braille. Por exemplo, em
inglês, cada um dos 26 sinais que representam o alfabeto têm um significado
duplo. Se o sinal é usado em combinação com outros padrões dentro de uma
palavra, representa apenas uma letra, mas se estiver isolado representa uma
palavra comum. Isto ocorre similarmente no braille português. Assim, por
exemplo, o sinal para n isolado representa não, abx representa abaixo, abt,
absoluto, ag, alguém, e assim por diante. Outros sinais são empregues para
representar prefixos e sufixos comuns. O uso de contracções e abreviaturas
reduz
bastante o tempo envolvido em transcrever e ler a matéria, bem como o
tamanho do
volume acabado. Actualmente, portanto, este é o grau mais comum do braille.
Em
contrapartida, é mais difícil aprender o braille abreviado grau dois. É
necessário memorizar todos os 63 sinais diferentes (a maioria dos quais tem
mais
de um significado, dependendo de como são usados), mas também é preciso
aprender
o conjunto de regras necessárias que governam quando cada sinal pode ou não
ser
usado.
O grau três é uma forma de braille altamente abreviada, especialmente usada
em
inglês. No grau três há várias contracções e abreviaturas a memorizar, e as
regras que governam o seu uso são correspondentemente difíceis. O braille
grau
três é usualmente utilizado em anotações científicas ou em outras matérias
muito
técnicas. Visto que bem poucos cegos conseguem ler este grau de braille, não
é
usado com frequência.
O braille provou ser muito adaptável como meio de comunicação. Quando Louis
Braille inicialmente inventou o sistema de leitura, aplicou-o à notação
musical.
O método funciona tão bem que a leitura e escrita de música é mais fácil
para os
cegos do que para os que vêem. Vários termos matemáticos, científicos e
químicos
têm sido transpostos para o braille, abrindo amplos depósitos de
conhecimento
para os leitores cegos. Relógios com ponteiros reforçados e números em
relevo,
em braille, foram produzidos, de modo que dedos ágeis possam sentir as
horas.
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Louis_Braille"
"A sabedoria tem dúvidas,
a ignorância tem certezas absolutas"
Zé Luís

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P113: Se um dia

 
Se um dia
 
Dos teus lábios suaves
 
O sorriso lentamente se apagasse,
 
E a tua voz que me afaga
 
Morresse silenciosa
 
Qual voo de um pássaro
 
No horizonte
 
Se de teus olhos amêndoa
 
Nascesse uma só lágrima
 
De tristeza
 
Rolando em teu rosto
 
De menino de savana
 
A revolta contida em meus braços
 
Apunhalaria
 
O mais profundo das entranhas
 
Do racismo mascarado
 
E da sua morte
 
Nasceria uma flor
 
Em madrugada de sereno
 
Que tuas mãos colheriam
 
No gesto simples
 
De me acarinhares.
Autor desconhecido.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P112: Tarde no Mar

Tarde no mar
 
A tarde é de oiro rútilo: esbraseia.
O horizonte: um cacto purpurino.
E a vaga esbelta que palpita e ondeia,
Com uma frágil graça de menino,
 
Pousa o manto de arminho na areia
E lá vai, e lá segue o seu destino!
E o sol, nas casas brancas que incendeia,
Desenha mãos sangrentas de assassino!
 
Que linda tarde aberta sobre o mar!
Vai deitando do céu molhos de rosas
Que Apolo se entretém a desfolhar...
 
E, sobre mim, em gestos palpitantes,
As tuas mãos morenas, milagrosas,
São as asas do sol, agonizantes...
 
                      Florbela Espanca
 

domingo, 20 de novembro de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P110: A jovem Gazela.


Aniversário da Companhia de Caçadores 1801 .


Ingoré por do Sol:


1.º Cabo Caçador.
Manuel Seleiro,


Quartel de Ingoré:


Pelotão de Caçadores Nativos 60


3.ª Secção do Pelotão de caçadores nativos 60.

Saída do pelotão de Caçadores Nativos para mais uma coluna...

Guiné/S.Domingos/Ingoré…
68/74
Pelotão de Caçadores Nativos 60.
A jovem Gazela:
Decorria o ano de 69 abril…
Na estrada Ingoré Sedengal, havia um ponto de encontro.
Convém recordar que o Sedengal era um “destacamento”, que fazia parte da companhia de Caçadores” 1801 que estava no Quartel de Ingoré.
Aqui estava o 3.º Pelotão da CCAÇ 1801.
O Pel Caç Nat 60 estáva no Quartel de Ingoré, em auxílio á CCAÇ - 1801…
Todo o serviço era feito pelo pelotão 60, e o 1.º pelotão da 1801…
Uma vez que esta companhia estava reduzida a um pelotão:
E o 2.º pelotão que se encontrava no destacamento da Antotinha.
Como era norma nestes casos, eram feitas colunas duas vezes por semana…
Para transporte do “correio”, ou “géneros” ou sinples troca de informações.
Aqui comessa a História da “jovem” “gazela”.
Era um belo dia de abril, eram 10 horas da manhã, quando a coluna vinda de Ingoré chegou ao ponto de encontro.
Nesse dia a coluna que vinha do Sedengal, atrazou…
O pessoal do pelotão 60 ficou por ali…
Quando me encontrava junto a uma árvore, olhei na direção do mato porque algo me chamou a atenção…
Ali estáva ela com sua elegância, jovem e bela com seu pelo dourado, ondulando com a brísa daquele dia de abril.
Era jovem e teria de três a quatro meses…
Pensei tens de ser minha, custe o que custar.
Deichei a (G. 3 ) junto a uma árvore, e parti na sua perseguição… A primeira tentativa falhou…
Modei de estratégia, tentei ver donde vinha o vento…
Tentei a abordagem por traz e quando estava perto saltei sobre ela, mas em vão porque ela num lapso saltou como só as gazelas sabem fazer… Mais uma tentativa falhadda…
E a perseguição continuou uma, duas, três, quatro, cinco tentativas todas em vão…
A última chorei de raiva porque a minha linda gazela correu em direção ao interior da mata…
E agora ali estava eu perdido no meio da mata , triste e desorientado sem saber para onde devia caminhar…
Sim! Porque estava muito lonje do local donde estavam os meus camaradas.
Foi o ruído das viaturas, que me levou até junto deles…
Pelotão de Caçadores Nativos 60.
1.º - Cabo,
“CCAÇADOR”
Manuel Seleiro,
“DFA”
abril, de 69 dez da manhã .
Ingoré/Sedengal.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P109: Ingoré Ano de 69.

Ingoré Outubro de 69

Estiveste em Ingoré?

Sabes onde ficava esta fonte ?
...

(...)
1.º cabo caçador.
Agora é chique dizer a especialidade:
Pelotão de Caçadores 60.
S. Domingos /Ingoré
68/74
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domingo, 18 de setembro de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P108: Filme do Plácido Teixeira

Companhia de Cavalaria - 3365


S. Domimgos - Guiné


Recebi do Plácido Teixeira o link do filme que colocou no Youtube.
É uma sequência de fotos tiradas em S. Domingos em 71/73.

filme feito em S. Domingos em 71/73
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P107: Inspecção de uma Ponte

Inspecção de uma Ponte...


(...)
Ficava perto de um Quartel:
(...)
Em que zona da Guiné ficava...A dita ponte...
(...)
Uma ajuda!
Valá ... Ficava lá para o Norte da Guiné...
1. º Cabo (CAÇADOR)
Agora fica bem dizer a especialidade!
Manuel Seleiro
Pelotão de Caçadores Nativos 60.
(DFA, )
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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P106: Posto de observação...



Sabes onde ficava este posto?
(...)
Eu sei... que companhia construiu ... Este Destacamento...
(...)
Valá! ... Eu ajudo... começava... por um (T).
1. º Cabo (CAÇADOR)
Agora está na moda destacar a especialidade,
Ah! isto passa-se no ano de 68.
Pelotão de Caçadores Nativos 60
"DFA"

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P105: Metralhadoras cantam a canção da guerra.


Conhece estas chapas?
(....)
vá lá faça um esforço:
)...(
Metralhadoras cantam a canção da guerra.
Vá lá vou dar uma ajuda... **Ano de 69...
Não se recorda? ... pois é...

Acenderam-se as armas pela noite dentro.
Quem rebenta? Quem morre? Quem vive? Quem berra?
Há um vento de lamentos nos lamentos do vento.
Metralhadoras cantam a canção da guerra.

Cantam granadas a canção da morte.
E há uma rosa de sangue à flor da terra.
Morrer ou não morrer é uma questão de sorte.
Metralhadoras cantam a canção da guerra.


Cantam bazookas e morteiros e estilhaços
cantam esta canção de aço que não erra
no espaço do seu fogo entre dois braços.
Cantam metralhadoras a canção da guerra.

Há um tiro que parte. Há um corpo que tomba.
Nesta boca fechada há um morto que berra.
Quem estoira no meu peito? o coração? Uma bomba?
Metralhadoras cantam a canção da guerra.

Todo o tempo é uma batalha. Ataque. Fuga.
Fuga. Ataque. Silêncio. Um silêncio que aterra.
Que marca o rosto com o seu peso ruga a ruga.
Um silêncio que canta na canção da guerra.


Mina. Emboscada. Pó. Pólvora. Sangue. Fogo.
Acerta não acerta? Erra não erra?
Perdeu todo o sentido dizer-te até logo.
Metralhadoras cantam a canção da guerra.


Cada segundo pode ser o último segundo.
Como enterrar os mortos que a memória desenterra?
Há um poço tão fundo tão fundo tão fundo.
Metralhadoras cantam a canção da guerra.

Há um soldado que grita eu não quero morrer.
E o sangue corre gota a gota sobre a terra.
Vai morrer a gritar eu não quero morrer.
Metralhadoras cantam a canção da guerra.

Houve um que se deitou e disse: Até amanhã.
Mas amanhã é o dia em que se enterra
o soldado que disse: Até amanhã.
Metralhadoras cantam a canção da guerra.

E um jeep corre pela noite dentro.
Avança não avança? Emperra não emperra?
Passam balas de chumbo nas balas do vento.
Metralhadoras cantam a canção da guerra.


E há duzentos quilómetros de morte
em duzentos quilómetros de terra.
Neste caminho de Luanda para o Norte
Metralhadoras cantam a canção da guerra.


Manuel Alegre

1. º Cabo (CAÇADOR)
Pelotão de Caçadores Nativos 60.
Manuel Seleiro,
(DFA)

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P104: Poema

Teus olhos

Olhos do meu Amor! Infantes loiros
vTeus olhos


Olhos do meu Amor! Infantes loiros
Que trazem os meus presos, endoidados!
Neles deixei, um dia, os meus tesoiros:
Meus anéis, minhas rendas, meus brocados.


Neles ficaram meus palácios moiros,
Meus carros de combate, destroçados,
Os meus diamantes, todos os meus oiros
Que trouxe d'Além-Mundos ignorados!


Olhos do meu Amor! Fontes... cisternas...
Enigmáticas campas medievais...
Jardins de Espanha... catedrais eternas...


Berço vindo do Céu à minha porta...
Ó meu leito de núpcias irreais!...
Meu sumptuoso túmulo de morta!...



Florbela Espanca

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sábado, 16 de julho de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P103: A minha partida







Ana Mafalda !




Partida de Lisboa 11 07 68


Partida do Cais da (Rocha Conde de Óbidos).



O Ana Mafalda partio do Cais da (ROCHA CONDE DE ÓBIDOS) com trezentos militares de rendição individual
Chegada á Guiné a 16 de Julho, avistámos a costa as 16 horas.
estivémos que aguardar ao largo:
primeira informação para o nosso desembarque 20 horas segunda informação:
desembarque á 01 horas o que veio a confirmar-se.
Chegada aos (ADIDOS) as duas da manhã fomos recebidos por dois "Sargentos" que nos fizeram formar.
Un dos sargentos fez a chamada de alguns militares...
E ele disse! os que chamei á amanhã apresentam-se na secretaria.
entertanto caío uma chovada, daquelas que costumam cair em climas (TROPICAIS) quando fomos apanhar as malas e os sacos ... houve muito boa gente que ficou com as pégas das malas nas mãos!
Fiquei alguns dias em (BISSAU), todos os dias tinha que passar por a secretaria:
para ver se estáva a minha colocação.
Alí! naquele dia ...Lá estáva (SÃO DOMINGOS NORTE DA GUINÉ).
No dia 25 de Julho saí de (BISSAU) num Batelão rumo a S. Domingos.
A 27 de Julho de 68 pisei o palco da guerra... Alí! estáva eu...
Apresentei-me na secretaria da companhia o primeiro sargento depois de dar uma vista de olhos nas guias disse! vá apresentar-se ao comandante do Pelotão de Caçadores Nativos 60.
(ALFERES ALMEIDA)...
A 28 de Julho fiz o meu primeiro serviço... no dia


A minha primeira foto em São Domingos



29 do mesmo Mês foi a minha primeira saída para o mato... e dia do meu (ANIVERSÁRIO)! ...


1. º Cabo caçador
Manuel Seleiro
"DFA"




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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P102:Editorial



Editorial

Onde está a acessibilidade nos Blogs, e páginas da Internet.



Cada vez se torna mais difícil os (CEGOS)... fazerem comentários nos blogs...
(...)

Senhores Editores e Administradores:
Vamos ser razoáveis, torna-se frustrante para um (CEGO)ao escrever um comentário e confrontar-se com a seguinte informação.
Mostrar verificação de palavras para comentários?
São muitos os blogues que têm esta opção activada, deficutando o acesso dos (CEGOS E PESSOAS COM BAIXA VISÃO Á INFORMAÇÃO).
Os Senhores perguntarão: mas ha blogs/Site que tem um link se for lincado os (CEGOS) podem assim ouvir o código falado... o problema aqui é que o (CEGOS) vão ouvir três vozes quase em simultâneo... em português, inglês e brasileiro...
Meus Senhores por favor, facilitem... não custa nada e a nós ajuda-nos muito...



Iniciar seção/definições/conentários.
Mostrar verificação de palavras para comentários?Sim Não

Isto fará com que as pessoas que deixam comentários no seu blogue tenham de completar uma verificação de palavras, o que ajudará a reduzir o spam de comentários.

Ou será um problema de (spam)...
Os meus blogues tem essa opção desactivada.
Com os melhores cumprimentos,

Manuel Seleiro,
1. º Cabo (CAÇADOR)
"DFA"

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sábado, 18 de junho de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P101: Ano de 69 Estrada Ingoré/Barro.


Na foto o primeiro cabo Manuel Seleiro.


Com o "Rocket".


Ano de 69,*
Aqui!
Era o ponto de encontro:
(...)

Como quem diz o meio do percurso entre (INGORÉ E BARRO.)


1. º cabo "Caçador:"

Pel Caç Nat 60,


Manuel Seleiro,
"DFA"

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P100: A "RTP" Não transmitiu a grande reportagem... sobre os (Ex Militares africanos)

Os (ex militares africanos mais uma vez foram enganados:)
O programa da "RTP" grande reportagem da autoria do Jornalista Jorge Almeida.
Foi transferido para uma data inserta...
O programa estáva agendado para o dia 1 de Junho quarta-feira as 21 h:
Um camarada nosso falou com o jornalista ao telefone, ex a resposta:
(Falei com o jornalista Jorge Almeida e ele disse-me que não foi hoje por causa daquelas conversas (de chacha, digo eu) com os líderes dos partidos e a Fátima Gomes Ferreira, Disse-me que será daqui a oito ou daqui a quinze dias. A ver vamos)

Serve apresente "NOTA" para pedir desculpas aos leitores e camaradas do blogue do Pelotão de Caçadores Nativos 60 .

1.º Cabo "CAÇADOR":
Manuel Seleiro,
"DFA"

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P99: Grande Reportagem no (1.º Canal da RTP 1)






RTP - Grande Reportagem


ELO
Jornal da Associação dos Deficientes das Forças Armadas
Edifício ADFA - Av. Padre Cruz
1600-560 Lisboa
E-mail: jornal.elo@adfa-portugal.com
Website: www.adfa-portugal.com









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Exmos. Senhores,

Na próxima Quarta-feira, dia 1 de Junho de 2011, o programa Linha da Frente da RTP 1 vai emitir

às 21 horas, logo após o Telejornal, a seguinte Grande Reportagem:


ESQUECIDOS PELA PÁTRIA

Quarenta anos depois do fim da guerra do Ultramar, ainda existem ex-militares africanos a viver

em quartéis portugueses. Alguns estão ilegais, outros perderam a nacionalidade e todos esperam o

momento de poder regressar aos seus países. Numa situação de pobreza extrema aguardam pela

resolução do moroso processo para obter uma pensão como deficiente das Forças Armadas.
"Esquecidos pela Pátria" é uma Grande Reportagem da autoria do jornalista Jorge Almeida, imagem

de Jaime Guilherme, edição de Luís Vilar, pós-produção áudio de Rui Soares e produção de Amélia

Gomes Ferreira.

Com os melhores cumprimentos,


Jorge Almeida
Jornalista RTP

Cell - +351 919004240

RTP
Radio e Televisão de Portugal
Av. Marechal Gomes da Costa, 37
1849-030 Lisboa
Portugal
www.rtp.pt

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sábado, 21 de maio de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P98: Dia do meu aniversário.



S. Domingos ** 29 07 1968.
A minha primeira saída para o "MATO", no dia do meu aniversário.
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O local da foto a 3 Km de S. Domingos, no lado direito no sentido S. Domingos Ingoré.
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15:H 39: Minutos...
1. º Cabo Manuel Seleiro,
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(CAÇADOR,)
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"D F A"

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P97: A primeira foto do Pel Caç Nat 60.


S. Domingos Ano de 68,

A primeira foto tirada ao pelotão de caçadores 60
Data provável **(Agosto de 1968
"Nhambalan "



1. ºCabo Manuel Seleiro
"Caçador"
(DFA)

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