quinta-feira, 2 de junho de 2011
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P100: A "RTP" Não transmitiu a grande reportagem... sobre os (Ex Militares africanos)
Os (ex militares africanos mais uma vez foram enganados:)
O programa da "RTP" grande reportagem da autoria do Jornalista Jorge Almeida.
Foi transferido para uma data inserta...
O programa estáva agendado para o dia 1 de Junho quarta-feira as 21 h:
Um camarada nosso falou com o jornalista ao telefone, ex a resposta:
(Falei com o jornalista Jorge Almeida e ele disse-me que não foi hoje por causa daquelas conversas (de chacha, digo eu) com os líderes dos partidos e a Fátima Gomes Ferreira, Disse-me que será daqui a oito ou daqui a quinze dias. A ver vamos)
Serve apresente "NOTA" para pedir desculpas aos leitores e camaradas do blogue do Pelotão de Caçadores Nativos 60 .
1.º Cabo "CAÇADOR":
Manuel Seleiro,
"DFA"
O programa da "RTP" grande reportagem da autoria do Jornalista Jorge Almeida.
Foi transferido para uma data inserta...
O programa estáva agendado para o dia 1 de Junho quarta-feira as 21 h:
Um camarada nosso falou com o jornalista ao telefone, ex a resposta:
(Falei com o jornalista Jorge Almeida e ele disse-me que não foi hoje por causa daquelas conversas (de chacha, digo eu) com os líderes dos partidos e a Fátima Gomes Ferreira, Disse-me que será daqui a oito ou daqui a quinze dias. A ver vamos)
Serve apresente "NOTA" para pedir desculpas aos leitores e camaradas do blogue do Pelotão de Caçadores Nativos 60 .
1.º Cabo "CAÇADOR":
Manuel Seleiro,
"DFA"
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P99: Grande Reportagem no (1.º Canal da RTP 1)

RTP - Grande Reportagem
ELO
Jornal da Associação dos Deficientes das Forças Armadas
Edifício ADFA - Av. Padre Cruz
1600-560 Lisboa
E-mail: jornal.elo@adfa-portugal.com
Website: www.adfa-portugal.com

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Exmos. Senhores,
Na próxima Quarta-feira, dia 1 de Junho de 2011, o programa Linha da Frente da RTP 1 vai emitir
às 21 horas, logo após o Telejornal, a seguinte Grande Reportagem:
ESQUECIDOS PELA PÁTRIA
Quarenta anos depois do fim da guerra do Ultramar, ainda existem ex-militares africanos a viver
em quartéis portugueses. Alguns estão ilegais, outros perderam a nacionalidade e todos esperam o
momento de poder regressar aos seus países. Numa situação de pobreza extrema aguardam pela
resolução do moroso processo para obter uma pensão como deficiente das Forças Armadas.
"Esquecidos pela Pátria" é uma Grande Reportagem da autoria do jornalista Jorge Almeida, imagem
de Jaime Guilherme, edição de Luís Vilar, pós-produção áudio de Rui Soares e produção de Amélia
Gomes Ferreira.
Com os melhores cumprimentos,
Jorge Almeida
Jornalista RTP
Cell - +351 919004240
RTP
Radio e Televisão de Portugal
Av. Marechal Gomes da Costa, 37
1849-030 Lisboa
Portugal
www.rtp.pt
_
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africanos,
esquecidos pela Pátria,
Militares,
na "RTP",
Reportagem
sábado, 21 de maio de 2011
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P98: Dia do meu aniversário.

S. Domingos ** 29 07 1968.
A minha primeira saída para o "MATO", no dia do meu aniversário.
....
O local da foto a 3 Km de S. Domingos, no lado direito no sentido S. Domingos Ingoré.
....
15:H 39: Minutos...
1. º Cabo Manuel Seleiro,
....
(CAÇADOR,)
...
"D F A"
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Guiné S.Domingos 68/70,
Ingoré,
Manuel Seleiro
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P97: A primeira foto do Pel Caç Nat 60.

S. Domingos Ano de 68,
A primeira foto tirada ao pelotão de caçadores 60
Data provável **(Agosto de 1968
"Nhambalan "
1. ºCabo Manuel Seleiro
"Caçador"
(DFA)
_
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P96:Vinte cinco de Abril - "SEMPRE"

---

Vinte cinco de Abril sempre,
Abril
Brinca a manhã feliz e descuidada,
como só a manhã pode brincar,
nas curvas longas desta estrada
onde os ciganos passsam a cantar.
Abril anda à solta nos pinhais
coroado de rosas e de cio,
e num salto brusco, sem deixar sinais,
rasga o céu azul num assobio.
Surge uma criança de olhos vegetais,
carregados de espanto e de alegria,
e atira pedras às curvas mais distantes
- onde a voz dos ciganos se perdia.
Eugénio de Andrade
_
1. º Cabo "caçador,"
Manuel Seleiro,
"DFA"
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Eugénio de Andrade,
Poesia,
Revolução,
sempre,
Vinte cinco de Abril
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P: 95 Associação dos Deficientes das Forças Armadas, na evocação dos 50 anos do inicio da "GUERRA"!

Grupo coral os mineiro de (Aljustrel - Grandôla Vila Morena)">
> A Associação dos Deficientes das Forças Armadas, na evocação dos 50 anos do inicio da guerra.
> CONVITE
> Exmo Senhor,
> A Associação dos Deficientes das Forças Armadas, na evocação dos 50 anos do inicio
Colonial, irá comemorar o 25 de Abril através da realização de uma Palestra proferido pelo
Capitão de Abril, Coronel Otelo Saraiva de Carvalho, às 16h00 do dia 19 de Abril, na nossa Sede
Nacional – Auditório Jorge Maurício, sita na Avª. Padre Cruz – Edifico ADFA, 1600-560 Lisboa.
> Para a ADFA, comemorar Abril representa não só a Revolução dos Cravos que restituiu a Portugal
a Liberdade e Democracia, mas, emocionalmente relevante, o fim da Guerra Colonial que durante 13
longos anos consumiu o melhor da juventude portuguesa das décadas de 60 e 70, com consequências
dramáticas nos cerca de 10.000 militares que tombaram no campo da honra e nas vidas desfeitas de
cerca de 25.000 militares que desta guerra “injusta e evitável”, regressaram magoados, mutilados
e doentes.
> A ADFA tem profunda consciência que o sacrifício imposto à juventude portuguesa de 1961 a 1974,
constituiu, também, a “razão forte"
> desencadeadora da consciência dos Capitães de Abril, para por termo à Guerra Colonial e
restituir aos povos colonizados a independência que tardava em chegar e que por teimosia do
regime ditatorial, obrigou-os a pegar em armas para adquirirem um direito natural de todos os
povos do mundo – A Liberdade, A Democracia, A Justiça Social.
> Assim, convidamos Vossa Excelência a juntar-se aos Deficientes Militares nesta comemoração do
25 de Abril, que evoca, também, os 50 anos do inicio da Guerra Colonial, cujo significado cala
fundo no sentimento de todos os Deficientes das Forças Armadas, com a plena consciência de que
sem “Abril” não existiria a ADFA.
> Sem mais e esperando a presença de Vossa Excelência, aproveitamos o ensejo para apresentar os
nossos melhores cumprimento.
> A Direcção Nacional
> ( O Presidente )
> José Eduardo Gaspar Arruda
1. ºCabo "Caçador"
Manuel Seleiro,
"DFA"
_
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Guerra,
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segunda-feira, 21 de março de 2011
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P:94 (Primavera)
É Primavera agora, meu Amor!

O campo despe a veste de estamenha;
Não há árvore nenhuma que não tenha
O coração aberto, todo em flor!
Ah! Deixa-te vogar, calmo, ao sabor
Da vida... não há bem que nos não venha
Dum mal que o nosso orgulho em vão desdenha!
Não há bem que não possa ser melhor!
Também despi meu triste burel pardo,
E agora cheio a rosmaninho e a nardo
E ando agora tonta, a tua espera...
Pus rosas cor-de-rosa em em meus cabelos...
Parecem um rosal!
Vem desprendê-los!
Meu Amor, meu Amor, é Primavera!...
Florbela Espanca
_
Manuel Seleiro,
1. ºCabo.
"Caçador"
(Guiné)
68/70
<"DFA"
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terça-feira, 8 de março de 2011
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P:93 Dia Internacional da "Mulher"
As Raízes de Nosso Amor
Amo-te porque tudo em ti me fala de África,
duma forma completa e envolvente.
Negra, tão negramente bela e moça,
todo o teu ser me exprime a terra nossa.
Nos teu olhos eu vejo, como em caleidoscópio,
madrugadas e noites e poentes tropicais,
visão que me inebria como um ópio,
em magia de místicos duendes,
e me torna encantado. (Perguntaram-me: onde vais?
E não sei onde vou, só sei que tu me prendes...)
A tua voz é, tão perturbadoramente,
a música dolente dos quissanges tangidos
em noite escura e calma,
que vibra nos meus sentidos
e ressoa no fundo da minh'alma.
Quando me beijas sinto que provo ao mesmo tempo
gosto do caju, da manga e da goiaba,
- sabor que vai da boca até às vísceras
e nunca mais acaba...
O teu corpo, formoso sem disfarce,
com teu andar desgoso, parece que se agita
tal como se estivesse a requebrar-se
nos ritmos da massemba e da rebita.
E sinto que teu corpo, em lírico alvoroço,
me desperta e me convida
para um batuque só nosso,
batuque da nossa vida.
Assim, onde te encontres (seja onde estivesses,
por toda a parte onde o teu vulto for),
eu te descubro e elejo entre as mulheres,
ó minha negra belamente preta,
ó minha irmã na cor,
e, de braços abertos para o total amplexo,
sem sombra de complexo,
eu grito do mais fundo de minh'alma de poeta:
Geraldo Bessa Victor
Manuel Seleiro,
_
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P92: CONVÍVIO DA C.CAÇ.Nº.3 EM MOIMENTA DA BEIRA A 30ABRIL2011
CONVÍVIO DA C.CAÇ.Nº.3 EM MOIMENTA DA BEIRA A 30ABRIL2011

JOSÉ EDUARDO PEREIRA
Rua João Vaz Corte Real, nº. 28
Vale de Cavala
2820-489 Charneca da Caparica
Caros Camaradas
Comforme combinado no encontro de 2010, na Anadia, fui incumbido de realizar o encontro de
2011
Assim o nosso convívio vai relizar-se no fim de semana de 30 de Abril e 1 de Maio próximo,
em
Moimenta da Beira, na região das Terras do Demo, imortalizada pelo nosso Aquilino Ribeiro.
O programa previsto será o seguinte:
Concentração, pelas 11Horas e 30 minutos, do dia 30 de Abril ( sabado), junto da
Camara Municipal de Moimenta da Beira
Recepção e almoço pelas 13 Horas.
Por volta da 17 horas animação por grupo de cantares da região
Pelas 20 Horas jantar no mesmo restaurante que serve o almoço.
No dia 1 de Maio pelas 8,30 Horas, inicio de um passeio organizado pelos serviços de
turismo da Camara
de Moimenta da Beira, com terminus por volta das 12, 30 Horas.
O almoço do dia 1 de Maio. pode ser combinado em conjunto, ou cada um organizar-se para
voltar como entender.
Para poder organizar este programa necessito, ter resposta até 28 de Fevereiro.
Cada um pode escolher a parte do programa, que mais lhe convier, não faltes
Locais de estadia em Moimenta da Beira;
Hotel Verdeal - preço 50 euros por casal com pequeno almoço
Contactos para marcação: Tel. 254 584 061/2
Telem. 934 679 584
Email: hotelverdeal@clix.pt
Residencial Pico do Areiro: Preço 25 Euros por casal sem pequeno almoço
Contactos para marcação: Tel. 254 582 381
Telem. 938 447 133
As marcações para estadias devem ser feitos com a brevidade possivel, por motivo de vagas
Lisboa, 3 de Fevereiro de 2011
José Eduardo Pereira
Email. jpereira45@sapo.pt
Tel. 212 973 163
Telem. 917 277 253
_

JOSÉ EDUARDO PEREIRA
Rua João Vaz Corte Real, nº. 28
Vale de Cavala
2820-489 Charneca da Caparica
Caros Camaradas
Comforme combinado no encontro de 2010, na Anadia, fui incumbido de realizar o encontro de
2011
Assim o nosso convívio vai relizar-se no fim de semana de 30 de Abril e 1 de Maio próximo,
em
Moimenta da Beira, na região das Terras do Demo, imortalizada pelo nosso Aquilino Ribeiro.
O programa previsto será o seguinte:
Concentração, pelas 11Horas e 30 minutos, do dia 30 de Abril ( sabado), junto da
Camara Municipal de Moimenta da Beira
Recepção e almoço pelas 13 Horas.
Por volta da 17 horas animação por grupo de cantares da região
Pelas 20 Horas jantar no mesmo restaurante que serve o almoço.
No dia 1 de Maio pelas 8,30 Horas, inicio de um passeio organizado pelos serviços de
turismo da Camara
de Moimenta da Beira, com terminus por volta das 12, 30 Horas.
O almoço do dia 1 de Maio. pode ser combinado em conjunto, ou cada um organizar-se para
voltar como entender.
Para poder organizar este programa necessito, ter resposta até 28 de Fevereiro.
Cada um pode escolher a parte do programa, que mais lhe convier, não faltes
Locais de estadia em Moimenta da Beira;
Hotel Verdeal - preço 50 euros por casal com pequeno almoço
Contactos para marcação: Tel. 254 584 061/2
Telem. 934 679 584
Email: hotelverdeal@clix.pt
Residencial Pico do Areiro: Preço 25 Euros por casal sem pequeno almoço
Contactos para marcação: Tel. 254 582 381
Telem. 938 447 133
As marcações para estadias devem ser feitos com a brevidade possivel, por motivo de vagas
Lisboa, 3 de Fevereiro de 2011
José Eduardo Pereira
Email. jpereira45@sapo.pt
Tel. 212 973 163
Telem. 917 277 253
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
Pel Caç Nat 60 - Guiné 68/74 - P90: Ano de 1970 S.Domingos

Guiné 01-01-1970
(SÃO DOMINGOS)
Almoço convívio no dia de Ano novo:

Algums militares da Companhia de cavalaria, 2539 e militares do Pelotão de caçadores nativos 60.
E militares das (DAIMLÉR...)
As fotografias ilustram momemtos desse são convívio.

No dia 1 de Janeiro, faz 41 anos que todos estes rapazes comemoravam o dia de ano novo de 1970.
E hoje, neste dia... Será que se recordam destas imagens?

Como era belo, o verde da selva, o azul do Céu o vermelho da terra (Africana.) São cores que a
nossa retina soube guardar num cantinho da nossa memória para sempre.
É como se fosse um quadro de aguarelas, pintado por mãos misteriosas...
Nos velhos tempos passados nas terras da (Guiné.)
O vosso camarada, Manuel Seleiro vem por este meio desejar um (FELIZ ANO NOVO,) a todos os
camaradas que estiveram em S. Domingos/Ingoré.
De Julho de 68 a Março de 70...
e para todos os camaradas, que estiveram na (GUINÉ.)
A todos os visitantes do Blog do Pelotão de caçadores nativos 60.
(VOTOS DE UM FELIZ ANO DE 2011...
1.º Primeiro cabo (CAÇADOR.)
Manuel Seleiro,
(DFA)
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CCAV 2539,
Daimler,
Dia 1 de Janeiro de 1970,
Guiné-Bissau,
Pel Caç Nat 60,
S. Domingos/Ingoré
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P89: - Mensagem de (NATAL)

Há de ser o Natal um grande momento de paz.
Coro Infantil De Santo Amaro De Oeiras-A
">natal de Élvas
Desejamos um feliz (NATAL.)
É Natal. Mantenha bem viva a esperança no futuro. Boas Festas.
¡Feliz, feliz Natal, a que faz que nos lembremos das ilusões de nossa
infância, recorde-lhe ao avô as alegrias de sua juventude, e lhe transporte
ao viajante a sua chaminé e a seu doce lar! (Charles Dickens)
1. º Primeiro Cabo Caçador:
Manuel Seleiro,
(GUINÉ)
68/70
(DFA)
_
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Feliz Natal,
Mensagem de Natal
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P88: A (PAZ)

A paz
(DESEJAMOS UM FELIZ NATAL)
jinglebells
clique aqui,
A Paz é uma flor .
E quando essa flor murcha
Quer dizer guerra . E nós
não gostamos da guerra, pois não?
Mas para não ficar murcha
tem de se regar.
Por isso tratem bem
essa planta.
Nuno Jan 2001
EB S. João-Ovar
**
1. º Primeiro Cabo Caçador.
Pelotão de Caçadores Nativos 60:
Guiné - 68/74
(S. Domingos/Ingoré.)
(DFA.)
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Ano de 2010 Páz e Amor,
Natal de 69,
Poema
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P86: Editorial
Editorial
por Direcção Nacional
Da Força
Fazemos
Bandeira!!!
Afinal porque estivemos tantos na AGNE na Academia Militar na Amadora?
Foi para reforçar a nossa coesão associativa, foi para reivindicar/reafirmar os nossos direitos, a nossa auto-estima e irradiá-la por todo o Portugal, aos camaradas que estão lá longe em África e aqueles que por razões de varia ordem se encontram em solidão, doentes e já com famílias desestruturadas.
Também lá estivemos porque a instituição militar reconhece o nosso esforço e sacrifício durante a participação na guerra. Passados tantos anos ainda estamos jovens cheios de força, cheios de utopias, nós soldados, milicianos e militares oriundos do quadro permanente, que na bela tarde de sábado discutimos a estratégia da ADFA, reivindicando os nossos direitos neste difícil período de crise social, económica e financeira.
Foi durante a guerra que aprendemos a dividir bem, a pouca água do cantil, as balas do carregador e até a cerveja quando chegávamos ao quartel… Soubemos gerir a ansiedade e o medo. Crise já nós passámos, porque para não morrermos tivemos de matar; crise passámos nós após o acidente na picada, na bolanha, isso está bem registado no nosso cérebro! Crise, também, vivemos quando chegámos feridos ao Hospital Militar.
Foi um longo período que vivemos a tratar da nossa reabilitação e integração social. Também com o nosso esforço e sacrifício chegou a liberdade e democracia com o 25 de Abril, e foi assim, determinados, que decidimos pegar em mãos os nossos destinos e por isso fundámos a ADFA em 14 de Maio de 1974, o nosso verdadeiro Estado Social. Ela foi, é e será sempre a nossa trave mestra, no “edifício” da dignidade que diariamente prosseguimos. Reconheçamos o valioso contributo da AGNE, ali a solidariedade não foi palavra vã. Valor que nunca rejeitaremos. A tolerância, o pluralismo e a máxima da ADFA em afirmar o poder soberano das Assembleias Gerais.
Toda esta experiência de afirmação, emoções e sentimentos faz-nos acreditar sem medos, que saberemos resistir neste momento complexo e gravíssimo da vida de Portugal.
É agora necessário estar muito atento à discussão do orçamento de estado, vamos estar proactivos, temos de perceber e estar solidários com os cidadãos que integram as minorias, estes estão vulneráveis e temos muitos camaradas nessa situação.
A ADFA deve continuar a afirmar-se sem hesitação, como organização representativa dos Deficientes Militares, ONG parceira e responsável e exigir ao Estado o direito à plena reparação moral e material de que somos credores.
Fonte: jornal Elo.
1- º cabo Manuel Seleiro
(DFA)
__
por Direcção Nacional
Da Força
Fazemos
Bandeira!!!
Afinal porque estivemos tantos na AGNE na Academia Militar na Amadora?
Foi para reforçar a nossa coesão associativa, foi para reivindicar/reafirmar os nossos direitos, a nossa auto-estima e irradiá-la por todo o Portugal, aos camaradas que estão lá longe em África e aqueles que por razões de varia ordem se encontram em solidão, doentes e já com famílias desestruturadas.
Também lá estivemos porque a instituição militar reconhece o nosso esforço e sacrifício durante a participação na guerra. Passados tantos anos ainda estamos jovens cheios de força, cheios de utopias, nós soldados, milicianos e militares oriundos do quadro permanente, que na bela tarde de sábado discutimos a estratégia da ADFA, reivindicando os nossos direitos neste difícil período de crise social, económica e financeira.
Foi durante a guerra que aprendemos a dividir bem, a pouca água do cantil, as balas do carregador e até a cerveja quando chegávamos ao quartel… Soubemos gerir a ansiedade e o medo. Crise já nós passámos, porque para não morrermos tivemos de matar; crise passámos nós após o acidente na picada, na bolanha, isso está bem registado no nosso cérebro! Crise, também, vivemos quando chegámos feridos ao Hospital Militar.
Foi um longo período que vivemos a tratar da nossa reabilitação e integração social. Também com o nosso esforço e sacrifício chegou a liberdade e democracia com o 25 de Abril, e foi assim, determinados, que decidimos pegar em mãos os nossos destinos e por isso fundámos a ADFA em 14 de Maio de 1974, o nosso verdadeiro Estado Social. Ela foi, é e será sempre a nossa trave mestra, no “edifício” da dignidade que diariamente prosseguimos. Reconheçamos o valioso contributo da AGNE, ali a solidariedade não foi palavra vã. Valor que nunca rejeitaremos. A tolerância, o pluralismo e a máxima da ADFA em afirmar o poder soberano das Assembleias Gerais.
Toda esta experiência de afirmação, emoções e sentimentos faz-nos acreditar sem medos, que saberemos resistir neste momento complexo e gravíssimo da vida de Portugal.
É agora necessário estar muito atento à discussão do orçamento de estado, vamos estar proactivos, temos de perceber e estar solidários com os cidadãos que integram as minorias, estes estão vulneráveis e temos muitos camaradas nessa situação.
A ADFA deve continuar a afirmar-se sem hesitação, como organização representativa dos Deficientes Militares, ONG parceira e responsável e exigir ao Estado o direito à plena reparação moral e material de que somos credores.
Fonte: jornal Elo.
1- º cabo Manuel Seleiro
(DFA)
__
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ADFA,
Da (FORÇA) fazemos Bandeira,
Editorial,
por Direcção Nacional
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P85: Presença Africana.
Presença Africana
Presença Africana
E apesar de todo,
ainda sou a mesma!
Livre esguia,
filha eterna de quanta rebeldia
me sagrou,
Mãe-África!
Mãe forte da floresta e do deserto,
ainda sou, a Irmã-Mulher
de tudo o que em ti vibra
puro e incerto...
A dos coqueiros,
de cabeleiras verdes
e corpos arrojados
sobre o azul...
A do dendêm
nascendo dos abraços das palmeiras...
A do sol bom, mordendo
chão das Ingombotas...
A das acácias rubras,
salpicando de sangue as avenidas,
longas e floridas...
Sim!, ainda sou a mesma.
A do amor transbordando
pelos carregadores do cais
suados e confusos,
pelos bairros imundos e dormentes
(Rua 11! ... Rua 11...)
pelos meninos
de barriga inchada e olhos fundos...
Sem dores nem alegrias,
de tronco nu e musculoso,
a raça escreve a prumo,
a força deste dia...
E eu revendo ainda, e sempre, nela,
aquela
longa história inconsequente...
Minha terra...
Minha, eternamente ...
Terra das acácias, dos dongos,
dos colios baloiçando, mansamente...
Terra!
Ainda sou a mesma.
Ainda sou a que num canto novo
pura e livre
me levanto,
ao aceno do teu povo!
Alda Lara
_
Presença Africana
E apesar de todo,
ainda sou a mesma!
Livre esguia,
filha eterna de quanta rebeldia
me sagrou,
Mãe-África!
Mãe forte da floresta e do deserto,
ainda sou, a Irmã-Mulher
de tudo o que em ti vibra
puro e incerto...
A dos coqueiros,
de cabeleiras verdes
e corpos arrojados
sobre o azul...
A do dendêm
nascendo dos abraços das palmeiras...
A do sol bom, mordendo
chão das Ingombotas...
A das acácias rubras,
salpicando de sangue as avenidas,
longas e floridas...
Sim!, ainda sou a mesma.
A do amor transbordando
pelos carregadores do cais
suados e confusos,
pelos bairros imundos e dormentes
(Rua 11! ... Rua 11...)
pelos meninos
de barriga inchada e olhos fundos...
Sem dores nem alegrias,
de tronco nu e musculoso,
a raça escreve a prumo,
a força deste dia...
E eu revendo ainda, e sempre, nela,
aquela
longa história inconsequente...
Minha terra...
Minha, eternamente ...
Terra das acácias, dos dongos,
dos colios baloiçando, mansamente...
Terra!
Ainda sou a mesma.
Ainda sou a que num canto novo
pura e livre
me levanto,
ao aceno do teu povo!
Alda Lara
_
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Presença Africana
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Pel Caç Nat 60 Guiné - 68/74 - P84: Podia resultar em (tragédia .)


Guiné/S.Domingos ano de 69.
Equipa de minas/armadilhas:
Conpanhia de cavalaria, 2539/69/71.
Pelotão de Caçadores Nativos 60/68/74:
Equipa de minas/armadilhas, a pousar para a fotografia.
Num dos raros momentos de descontração.
Na foto estão alguns dos elementos do pel caç nat 60 e o Ex Alf Mil Paiva da CCAV 2539, 1. ºcabo Seleiro (caçador)do pel caç nat 60 e os dois elementos da (Daimlér).
Podia resultar em tragédia a montagem de um (FORNILHO) no início da picada S.Domingos/Senegal .
Foram necessárias três longas horas .
O fornilho tinha 5 metros de cumprimento as cargas estavam com intervalos de dois metros .
Ocupavam os dois lados da picada .
O total de explosibos, 20 cargas de 500 gramas de (TNT), duas granadas para armadilhas …
Foi aberto um buraco na picada de um lado e do outro com as seguintes dimensões:
Quarenta por 20, as granadas,foram colocadas na horizontal e encaixadas nas paredes do buraco, onde foi introduzida uma pequena ripa de madeira, que estava colocada nas duas argolas das granadas .
O mais difícil ía começar agora…
Era retirar as cavilhas de segurança !
A seguir era só fazer a camoflagem do local do fornilho.
E depois levantar a segurança do pessoal .
Já com todo o mundo a distância, era o momento de eu retirar…
E fazer uma última inspeção ao local do (FORNILHO)…
E depois retirar . No momento em que dei o primeiro passo fiquei sem pinga de (Sangue)… Tinha colocado o pé em cima do fornilho onde estavam as duas granadas, foram momentos dramáticos…
Todo o pessoal olhava para mim !
Já se deram conta de que o fornilho não tinha sido acionado ?
Depois foi tudo uma questão de tempo, e tirar o pé de dentro do buraco .
P.S.
Ha ! Já me esquecia, foram utilizados 20 (Detonadores, )vários metros de cordão detonante .
1.º Cabo Manuel Seleiro (CAÇADOR.)
Pel Caç Nat 60.
Guiné 68/70:
(DFA)
Explosão controlada pela equipa de minas/Armadilhas .

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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P83: Dois Batelões no rio Cacheu.
Dois Batelões no rio Cacheu.
Doulce Pontes,
Canção do Mar
Dois batelões junto a a S. Vicente, aguardando que a maré subisse para descarregar.
O Pel Caç Nat 60 ficou a qui toda a noite na margem do rio, a fazer segurança...
Ano de 69 estávamos em Ingoré.
Acontecia que muitas vezes vínhamos de Ingoré a ver se os batelões se encontravam no rio para fazer a dita segurança mas os mesmos não se encontravam por perto.
Acabávamos por passar ali a noite...
E os ditos batelões só chegávam dois ou três dias depois.
Conclusão: falta de (Organização...
Ah! falta de método.
Não é verdáde meus Senhores?
E os batelões aqui á espera, e nós também...
Era a boa organização dos nossos chefes.
...:hein!

1.ºCabo Manuel Seleiro.
Especialidade de (Caçador).
68/70*
(DFA)
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Doulce Pontes,
Canção do Mar
Dois batelões junto a a S. Vicente, aguardando que a maré subisse para descarregar.
O Pel Caç Nat 60 ficou a qui toda a noite na margem do rio, a fazer segurança...
Ano de 69 estávamos em Ingoré.
Acontecia que muitas vezes vínhamos de Ingoré a ver se os batelões se encontravam no rio para fazer a dita segurança mas os mesmos não se encontravam por perto.
Acabávamos por passar ali a noite...
E os ditos batelões só chegávam dois ou três dias depois.
Conclusão: falta de (Organização...
Ah! falta de método.
Não é verdáde meus Senhores?
E os batelões aqui á espera, e nós também...
Era a boa organização dos nossos chefes.
...:hein!

1.ºCabo Manuel Seleiro.
Especialidade de (Caçador).
68/70*
(DFA)
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São Domingos
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Pel Caç Nat 60 Guiné 68/74 - P82: Poesia, É tempo, companheiro
É tempo, companheiro! Caminhemos ...
Longe, a Terra chama por nós,
e ninguém resiste à voz
Da Terra ...
Nela,
O mesmo sol ardente nos queimou
a mesma lua triste nos acariciou,
e se tu és negro e eu sou branco,
a mesma Terra nos gerou!

Vamos, companheiro ...
É tempo!
Que o meu coração
se abra à mágoa das tuas mágoas
e ao prazer dos teus prazeres
Irmão
Que as minhas mãos brancas se estendam
para estreitar com amor
as tuas longas mãos negras ...
E o meu suor
se junte ao teu suor,
quando rasgarmos os trilhos
de um mundo melhor!
Vamos!
que outro oceano nos inflama.. .
Ouves?
É a Terra que nos chama ...
É tempo, companheiro!
Caminhemos ...
ALDA LARA
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1.º Cabo(CAÇADOR).
Manuel Seleiro,(DFA)
68/70
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companheiro,
É tempo
sábado, 4 de setembro de 2010
Pel Caç Nat 60 Guiné - 68/74 - P81: Mais uma foto Junto ao rio (cacheu).
S. vicente, rio Cacheu.
Ano de 69*
Este eu atravessei a nado.(Duvida?)
Manuel Seleiro,
Primeiro Cabo (Caçador).
DFA,

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Ano de 69*
Este eu atravessei a nado.(Duvida?)
Manuel Seleiro,
Primeiro Cabo (Caçador).
DFA,

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S.Vicente
terça-feira, 31 de agosto de 2010
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